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Everclear (EUA) [Rock Alternativo] fevereiro 7, 2010

Posted by Diego in Everclear.
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Pra quem não conhece o Everclear é uma daquelas bandas surgidas no ‘pós-grunge’ e é uma das bandas de segundo escalão em popularidade nos EUA.
Pra falar a verdade eles não são bons músicos, mas Art Alexakis (vocalista, guitarrista, compositor e mentor de tudo) tem uma maneira de compor peculiar, criando melodias ‘ganchudas’ e canções fortes.
Esse disco que eu estou postando Sparkle And Fade é de 1995 e é o segundo disco da banda, sendo que o mais conhecido é o 3º (e também ótimo) So Much For The Afterglow de 1997.
Esse CD eu comprei em uma viagem para SC pra minha cidade natal em 2001, na ‘maior loja de discos’ da cidade estava lá uma bancada enorme com CD’s em promoção e esse eu paguei a bagatela de R$ 5,00, mas me lembro de ver esse CD na casa de um amigo uns dias antes e perguntar com um ar de dúvida ‘é bom?’ esse meu amigo (que só ouve metal extremo) disse, é bem bacana, meio grunge e tal.
Ouvi esse CD muito, e ainda ouço de vez em quando, Art compõe de maneira diferente, com emoção, sempre prendendo a atenção do ouvinte.
A banda hoje já não é o trio que gravou esse disco (Craig Montoya [baixo e vocais] e Greg Eklund [bateria]) tendo soment Art como integrante do início, e infelizmente, é um pastiche do que foi, vide os discos mais recentes.
Mas eu recomendo fortemente 3 discos da banda Sparkle And Fade, So Much For The Afterglow e Slow Motion Daydream (último disco com a formação original de 2003).
Discografia:
1993 – World Of Noise
1995 – Sparkle And Fade
1997 – So Much For The Afterglow
2000 – Songs From An American Movie, Vol. 1: Learning How To Smile
2000 – Songs From An American Movie, Vol. 2: Good Time For A Bad Attitude
2003 – Slow Motion Daydream
2006 – Welcome To The Drama Club
2009 – In A Different Light
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Disco:

Sparkle And Fade
1995
320kbps
Faixas:
01. Electra Made Me Blind – 3′43
02. Heroin Girl – 2′23
03. You Make Me Feel Like A Whore – 2′46
04. Santa Monica – 3′11
05. Summerland - 3′42
06. Strawberry – 2′35
07. Heartspark Dollarsign – 2′52
08. The Twistinside – 4′36
09. Her Brand New Skin – 2′02
10. Nehalem – 1′53
11. Queen Of The Air – 2′59
12. Pale Green Stars – 4′17
13. Chemical Smile – 1′49
14. My Sexual Life – 3′49
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Ocean Colour Scene (Inglaterra) [Rock] janeiro 5, 2010

Posted by Diego in Ocean Colour Scene.
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Bom, como eu já disse no post anterior, garimpar em lojas de cd que são especializadas em Forró e Sertanejo no centro de SP é minha especialidade!
Eu não gosto de coletâneas, mas faço exceções, como nesse caso, é uma excelente maneira de se conhecer uma banda da qual nunca se ouviu falar antes, é o caso com este Songs For The Front Row – The Best Of Ocean Colour Scene.
Num dos meus passeios pelo centro de SP entrei em uma distribuidora de cds que tem por aqui e lá no fundo, bem lá no fundo da loja tinha uma prateleira com cds por R$ 2,99, como eu adoro cd a preço baixo e como eu gosto de apostar nas capas (e na maioria das vezes me surpreender pro lado bom) eu apostei nesse aqui também. Qual não foi a minha surpresa? Grande banda, pelo menos no que se trata dos singles, músicas como The Riverboat Song, The Circle, The Day We Caught The Train, You’ve Got It Bad e Better Day mostram uma banda coesa e que sabe compor boas canções. A banda infelizmente não é tão conhecida como o Oasis ou Blur, o que é uma pena, pois a qualidade não cai nem um pouco perto desses conhecidos ‘medalhões’.
Altamente recomendado! (E tudo que eu estou postando aqui não é? hehehe)

Discografia:
1992 – Ocean Colour Scene
1996 – Moseley Shoals
1997 – Marchin’ Already
1999 – One From The Modern
2001 – Mechanical Wonder
2002 – Live On The Riverboat
2003 – North Atlantic Drift
2004 – One For The Road
2005 – A Hyperactive Workout For The Flying Squad
2006 – Live Acoustic At The Jam House
2006 – Live At Birmingham Academy
2007 – On The Leyline
2010 – Saturday

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Disco:

Songs For The Front Row – The Best Of
2001
320kbps sem encarte dessa vez

Faixas:
01. The Riverboat Song – 4′59
02. The Day We Caught The Train – 3′11
03. One For The Road – 3′45
04. The Cirlce – 3′44
05. You’ve Got It Bad – 3′45
06. Hundred Mile High City – 3′59
07. Better Day – 3′47
08. Travellers Tune – 3′41
09. Get Blown Away – 4′47
10. Profit In Peace – 3′37
11. So Low – 3′54
12. July – 3′31
13. Up On The Downside – 5′03
14. Mechanical Wonder – 4′32
15. Huckleberry Grove – 2′59
16. Robin Hood – Live: Royal Albert Hall Feb ‘97 – 3′44
17. Crazy Lowdown Ways – 3′40

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Nik Kershaw (Inglaterra) [Rock/Pop] dezembro 27, 2009

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15 Minutes foi uma bela surpresa pra mim! Achei o cd em uma ‘balaio’ (literalmente) de Cds no Centro de SP em uma daquelas lojas onde só vende forró e sertanejo, são as melhores lojas pra se encontrar bons discos por preços baixos, esse me custou R$ 5,00.
Nik é da era 80’s e chegou a ter uma série de sucessos, no entanto não teve a mesma força de gente como Duran Duran, Depeche Mode ou até mesmo o U2 e acabou ficando ‘esquecido’ e quase desistiu da música nos anos 90, ainda bem que não, pois sua volta à música foi justamente com esse disco.
15 Minutes é de 1998 e saiu pela Roadrunner, mais um motivo para o disco ter sido esquecido, a gravadora é especializada em Metal, fato que não ajuda o som Rock/Pop muito bem composto de Nik.
É difícil achar destaques no disco, por que na minha opinião ele é inteiro bom, mas posso garantir que a trinca inicial (Somebody Loves You, Have A Nice Life e Billy) impressiona bastante, as letras de Nik são um caso aparte, pessoais e tocantes.

Discografia: (Se eu conseguir os outros discos posto por aqui)
1984 – Human Racing
1984 – The Riddle
1986 – Radio Musicola
1989 – The Works
1998 – 15 Minutes
2001 – To Be Frank
2006 – You’ve Got To Laugh

Site

Disco:


15 Minutes
1998
320kbps com Capa e Encarte

Faixas:
01. Somebody Loves You – 5′02
02. Have A Nice Life – 3′57
03. Billy – 4′20
04. Find Me An Angel – 5′55
05. Your Brave Face – 5′50
06. What Do You Think Of It So Far? -  3′55
07. God Bless – 4′23
08. Stick Around – 3′47
09. Fiction -  4′17
10. Made In Heaven – 5′54
11. Shine On - 4′54
12. 15 Minutes – 4′37

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Nick Drake (Inglaterra) [Folk] junho 2, 2009

Posted by Diego in Nick Drake.
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Nick Drake
É conhecida a história de que, em 1971, ao terminar de gravar o álbum Pink Moon, Nick Drake teria ido à gravadora Island Records e deixado as fitas mestras sobre a mesa de uma recepcionista sem dizer coisa alguma a ninguém. O álbum ficou lá ignorado pelos dias até a semana seguinte, quando alguém o notou. Depois de lançado, venderia ainda menos que o pouco vendido disco anterior, e isso Drake não podia suportar.

Não é possível compreender Pink Moon sem visitar os tortuosos caminhos que levaram seu artista até ali. Em 1970, Chris Blackwell, dono e fundador da Island Record, bem como todos os demais executivos envolvidos, estavam certos de que Nick iria lançar-se com o mínimo de esforço na promoção do álbum anterior, o Bryter Layter, que parecia promissor. Mas, ao invés disso, no inverno, o jovem inglês resolveu isolar-se em Londres; recusava-se simplesmente. A má recepção que público e crítica deram ao disco, certamente contribuíram para que, a esse isolamento, se juntasse uma exorbitante quantidade de maconha a que ele recorria urgentemente para poder fazer até pequenas apresentações sem compromisso. Exibia suas primeiras reações marcadamente psicóticas, queixava-se de insônia e estava cada vez mais deprimido.

Parece razoável imaginarmos os motivos que levaram Blackwell a emprestar sua casa de veraneio na Espanha para que Nick pudesse descansar e, talvez, voltar sentindo-se melhor. De fato, foi o que aconteceu e Nick não voltava apenas melhor, voltava com idéias de gravar um novo álbum. Mas a notícia já era um tanto inesperada para o executivo da gravadora porque, como arriscar-se a ter outro prejuízo? Mas, diante da insistência, a Island Records se comprometeu a lançar mais um álbum.

Nick Drake gravara Pink Moon em dois dias – duas sessões à meia noite em Outubro de 1971 – somente em sua própria companhia: composições, voz, instrumento, engenharia… O violão, primordialmente, e um piano que paira sobre uma única faixa. O engenheiro de som John Wood, que havia trabalhado com Nick nos álbuns anteriores, conta que “ele, definitivamente queria ser ele mesmo mais do que tudo. E pensou, do mesmo modo, que Pink Moon fosse mais Nick Drake do que os outros dois discos”. Mas, ainda que recebesse crítica favorável da mídia, Pink Moon conseguiu vender tanto menos que os álbuns predecessores. Connor McKnight, da Zigzag Magazine escreveu: Nick Drake é um artista que nunca finge. O disco não faz concessões à teoria de que a musica deve ser uma forma de escape. É simplesmente a visão de um músico sobre a vida em seu tempo, e não se pode pedir por mais que isso. A ilustração da capa ficou por conta do namorado de sua irmã Gabrielle, Michael Trevithick.

O álbum passa como um caminhar onírico pela beleza da miséria, dum pessimismo bem desenhado e de melodias agoniantemente tranqüilas. A faixa título é das mais doces que se pode ouvir e os fãs são uníssonos em elegê-la como favorita. Seguindo sempre o mesmo ritmo intimista do formato folk, voz e violão em canções curtas, Drake exprimiu seu momento triste sem soar piegas ou exagerado. Há os tons ácidos como em Things Behind the Sun e Pink Moon, outros nostálgicos e reflexivos como em Place to Be, contemplativos como em Road e Parasite. Também há, como nunca se pode deixar de haver, amores e dúvidas do amar, como em Which Will. A última faixa redentora: From the Morning.

Mais uma vez, a promoção que deveria ter se seguido ao lançamento do álbum, não ocorreu. O músico se tornava ainda mais introspectivo e se apresentava nos concertos sempre de cabeça baixa, alguns relatam que ele tornara-se incapaz de fazer contato visual. Resolveu num repente retirar-se de música, dizia-se incapaz de escrever e passou a considerar uma carreira na área de computação ou como um indiferente no exército.

Dois anos e mais um álbum de pequena expressão depois, no 25 de Novembro, Drake estaria morto em sua casa, em Far Leys, após uma overdose de antidepressivos.

O álbum só obteve êxito após à morte de seu criador. Em 2003 a Volkswagen usou a música título num de seus comerciais americanos e o que se seguiu foi uma grande procura pelo disco que havia sido remasterizado. Três anos depois, Pink Moon figurou em 320º lugar numa lista da Rolling Stone que elegeu os 500 maiores discos de todos os tempos.

Texto por Priscilla Santos retirado do blog Obvious

ATENÇÃO: NOVOS LINKS


Discografia:

1969 - Five Leaves Left
Five Leaves Left
1969

Faixas:
01. Time Has Told Me – 4′27
02. River Man – 4′22
03. Three Hours – 6′15
04. Way To Blue – 3′11
05. Day Is Done – 2′28
06. Cello Song – 4′48
07. The Thoughts Of Mary Jane – 3′22
08. Man In A Shed – 3′55
09. Fruit Tree – 4′49
10. Saturday Sun – 4′05

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1970 - Bryter Layter
Bryter Layter
1970

Faixas:
01. Introduction – 1′32
02. Hazey Jane II – 3′46
03. At The Chime Of A City Clock – 4′45
04. One Of These Things First- 4′52
05. Hazey Jane I – 4′29
06. Bryter Layter – 3′24
07. Fly – 3′00
08. Poor Boy – 6′09
09. Northern Sky – 3′45
10. Sunday – 3′43

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1972 - Pink Moon
Pink Moon
1972

Faixas:
01. Pink Moon – 2′06
02. Place To Be – 2′43
03. Road – 2′02
04. Which Will – 2′58
05. Horn – 1′23
06. Things Behind The Sun – 3′57
07. Know – 2′25
08. Parasite – 3′36
09. Free Ride – 3′07
10. Harvest Breed – 1′37
11. From The Morning – 2′30

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